Utilização do PRF em implantes dentais

30 out Utilização do PRF em implantes dentais

Entenda como o PRF funciona e como é obtido para uso em implantes dentais

Quando se trata de implantes dentais, precisamos lembrar que eles só acontecem após a extração ou ausência dos dentes naturais. Sem dúvida os implantes são uma das melhores alternativas para a reposição dos dentes perdidos e próteses, mas podemos encontrar desafios associados à atrofia tecidual, seja osso ou gengiva, importantes não apenas para estética, mas também pelo aspecto de longevidade dos implantes, seja de cunho biomecânico ou mesmo pela condição mais adequada à higiene. Sendo assim, não tem como trabalhar com implantes e não pensar em como melhorar as condições de tecido duro (osso) ou mole (gengiva).

Para tal, lançamos mão de enxertos de diversas formas e origens, selecionando-os em função da necessidade (indicação) e disponibilidade comercial. Porém, há um enxerto em particular que todos temos sempre à mão, natural, vindo do próprio sangue do paciente, que estimula a reparação biológica e natural, associado à técnica cirúrgica que favoreça a reparação desejada.

O PRF é obtido no momento da cirurgia através de uma punção na veia, como a feita em exames laboratoriais e o sangue coletado em tubos à vácuo (ainda não coagulado) é centrifugado. Na Driller, nós desenvolvemos uma Centrífuga de Bancada, eficiente e silenciosa, justamente para esta finalidade, nela todo o processo é digitalizado. O PRF, conhecido como fibrina rica em plaquetas, é um biomaterial de sangue autólogo (do próprio paciente), baseado em uma matriz de fibrina tridimensional, rica em glicosaminoglicanos e glicoproteínas adesivas, onde ficam aprisionados plaquetas e leucócitos que liberam fatores de crescimento, que interagem com os tecidos vizinhos e células tronco. Esta matriz 3D é substituída ao longo do tempo por tecido novo igual ao original, num processo de reparação.

O mais interessante é que esta matriz 3D pode ser produzida em consultório com pequenas alterações de densidade, elasticidade e celularidade de acordo à necessidade cirúrgica, bastando ao cirurgião alterar alguns parâmetros na centrífuga utilizada para o processamento, como velocidade e tempo de centrifugação.

A literatura é vasta e a técnica descrita no começo dos anos 2000, vem sendo incorporada a novos conhecimentos, trazendo mais resultados para o melhor desempenho cirúrgico possível na reparação, não apenas para implantes, mas também utilizada em outras áreas do corpo, dentro e fora da boca.

Se você ainda não conhece a Centrífuga de Bancada Driller, idealizada para a preparação do PRF, entre em contato com nossa equipe de representantes: http://driller.com.br/representantes/.